Abrimos a actuação com música nova – o Infante. Foi bom ver que, mesmo na confusão do recinto, fez-se silêncio para ouvir a interpretação desta música de Dulce Pontes pela nossa solista Pierrôt.![]()
A partir daqui foi sempre a abrir. Seguimos com Lusitana (Fausto), Fonte das Três Bicas (Tum’Acanénica) e Festa da Vida (José Calvário/José Nisa), para depois dedicarmos a todos os finalistas uma música que se tem tornado cada vez mais a música não da Tum’Acanénica, mas de todos os estudantes leirienses: Linda Leiria. Obrigado ao público por ter cantado com tanto sentimento, algo que se viu também em muitos de nós.
Há coisas que não se explicam. Vivem-se. E por mais linhas que possamos escrever aqui, não conseguimos explicar o que é para nós, Tum'Acanénica, actuar perante o nosso público na Semana Académica de Leiria. Fica a promessa que, ano após ano, faremos todo o esforço para cantar na SAL de caneca cheia e voz afinada.
De caneca cheia e voz afinada, 

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