A Tuna das Canecas
www.tumacanenica.netDe caneca cheia e voz afinada,
canta a tuna de amores embriagada.
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Vim de Leiria

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Vim de Leiria ver a harmonia desta cidade

Trouxe a alegria e os encantos das paixões da mocidade

Que o rio Liz vem banhar

Levo a saudade e a boémia desta terra de encantar

 

Nesta terra do caneco onde a gente vem cantar

Começo a beber à noite e só paro ao acordar

Com o seu castelo altaneiro e seu pinhal adorado

Leiria saiu à rua com o seu ar enamorado

 

E assim sentia toda a alegria desta cidade

Trouxe a alegria e os encantos das paixões da mocidade

Que o rio Liz vem banhar

Levo a saudade e a boémia desta terra de encantar

 

 

(instr)

 

De caneca sempre cheia e de voz bem afinada

Cantamos trovas de amor e à tuna embriagada

 

 

E assim sentia toda a alegria desta cidade

Trouxe a alegria e os encantos das paixões da mocidade

Que o rio Liz vem banhar

Levo a saudade e a boémia desta terra de encantar

 


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Hoy Estoy Aqui

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Hoy estoy aqui

Mañana me voy

Pasado mañana

Donde me encontraré

Cartitas recibirás

Regalos te mandaré

Pero a mi persona

Nunca la tendrás

Mañana me voy

Á la guarnición

Soldado seré

Dame tu bendición

Hoy estoy aqui

Mañana me voy

Pasado mañana

Donde me encontraré

 

(Tuna de Segreles)


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Fingimento

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Lam
Na noite fria ao luar do verde Minho
Rem
Traz à janela o teu sorrir tão de mansinho
Sol
E esses teus olhos eu bem sinto quando passo
Do
São para mim o recordar de um eterno abraço

Mi
Eu bem temia
que o pior do que esquecer
Lam
Era a amargura de não mais te poder ver
Rem
Se eu soubesse que no céu do teu desejo
Mi
Estava escondida a inocência de um só beijo

La
Se até fingiste perceber que era saudade
Mi

A melodia que encantava a mocidade
Re

Perdeu-se o sonho que depressa se acabou
Mi

E uma lágrima que em meus olhos ficou

Se não soubesse agradecer todo o carinho
Que dediquei para depois ficar sozinho
Nunca pensei que algum dia tu também
Fosses pedir para viver o amor de alguém

Uma promessa, um sofrer nasce da ausência
Triste o viver que em mim se tornou penitência
Se foi pecado porque ainda não findou
Se foi um sonho porque é que não durou

Tanta pergunta e eu não sei que responder
Tanta inquietude, mas porquê tanto sofrer
Se não soubesse que em teu olhar me perdia
Num breve adeus da tua sombra fugiria

(Augustuna de Braga)


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Lusitana

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Intro: Mi Si7

És o nosso Almirante! 4X


Mi Fa#

És o nosso Almirante

Fa#m

Terna mãe de crioulos

Si7

Cuida da nossa alma errante

Mi

Nós só queremos teu consolo

Mi

Doce e salgada

Si7

Ó minha amada

Das epopeias

Tu és toda em latim

E a mais mulata sim

Das europeias

Do#m

Ó bailarina, ó columbina

Si7

Do profano matrimónio

Mi

Nas andanças do demónio

Bela e roliça, dança a chula requebrada

A minha canção é mestiça

Ó Pátria lusa, ó minha musa

O teu génio é português!

Inst.

Doce e salgada

Ó minha amada

Da companhia

És um caso bicudo

Tu és o mais que tudo

Da confraria

Ó bailarina, ó columbina

Tu és a nossa doidice

Meiga amante da meiguice

Eu te proclamo, quem te vê ama de vez

E a verdade é que eu te amo

Ó Pátria lusa, ó minha musa

O teu génio é português!

Inst.

Teu génio meigo e profundo

É deste tamanho do mundo

Sentimental como eu

Dois corações pagãos

São de Apolo e Orfeu

Guarda-nos bem fraternais

No teu chão no teu colo

De sonhos universais

Refrão


(Fausto)

 


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Lamento de Saudade

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Com a guitarra a meu lado

Minh’alma chora a cantar

Um lamento perdido em tanta saudade

Um tempo vivido em tamanha amizade

Uma doce tristeza de não ter a certeza

De um dia voltar p’ra te amar

Uma doce tristeza de não ter a certeza

De um dia voltar p’ra te cantar.

Leiria cidade estudante

Meu fado é ser teu amante

Dentro de mim o sentimento

De num momento ter de partir

Leiria cidade d’amor

Canto esta dor de paixão

Na minha voz sinto o bater

Do bater do teu coração.

Teu nome mora em meu peito,

Feito canção menor

Uma lágrima solta em meu coração

Um pranto sentido num leito de ilusão

Uma alegre amargura, de um amor que perdura

Por ti cidade do Liz.

 

 

Tum'Acanénica


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Leiria Sentida

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Leiria Sentida

Música Original: Porto Sentido (Rui Veloso)

Quem vem e atravessa o rio

Junto à Fonte Luminosa

Vê a Sé com ar sombrio

Imponente e tão formosa

 

Quem te vê tão encantada

Imagina D. Dinis

Passear no jardim esplanada

A comer brisas do lis

 

Por ruelas e calçadas

As belezas que há em ti

Essas noites bem passadas

No Adro ou no Álibi

 

E esses teus bares no Terreiro

Beber em ruas antigas

Cervejão o dia inteiro

Lá no Pátio das Cantigas

 

E ver-te assim iluminada

Por um passado tão belo

Tua história bem guardada

Nas muralhas do castelo

 

E é sempre a primeira vez

A cantar-te sem igual

Ó Leiria quem te fez

Princesa de Portugal

 

 


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